Bissemanário Micronacional Francês – n.º 2 – Sábado, 6.11.2010EDITORIAL
EDIÇÃO DE SÁBADO
Jorge de Bragança e Feitos, Diretor
Ao fim de semana, o L’Observateur é diferente, com reportagens especiais e entrevistas.
FRANÇA: POLÍTICA
FRANÇA E GOVERNO VIRTUAL NEGOCEIAM RECONHECIMENTO
Ao fecho desta edição, representantes do Reino da França e do Governo Virtual (GV) estão reunidos em negociações com vista a reconhecimento diplomático, em sub-fórum privado do Fórum Nacional.
Há já um mês que decorrem conversações entre o Rei D. Fernando e Daniel Lago (ex-presidente do GV), Rafael Digal (atual presidente de GV), todos presentes no Fórum, mas só agora as partes passaram a negociações mais aprofundadas.
O Governo Virtual é uma micronação baseada na rede social Orkut, criada em 10.3.2007. No passado dia 18/10, Rafael Digal foi empossado novo presidente, substituindo Daniel Lago, ambos da União Social Democrata (USD).
FRANÇA: ECONOMIA

ABRE HOTEL VALE EM PARIS
No passado dia 28/10, foi inaugurado em Paris o Hotel Vale, por iniciativa do empresário Rafael Vale.
O Hotel Vale, que pode ser visitado em http://www.hotelvale.blogspot.com/, possui as melhores acomodações da cidade de Paris, com 119 quartos e 11 salas de eventos.
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REPORTAGEM ESPECIAL – FRANÇA: ECONOMIA
DIFICULDADE EM SAIR DA INTRODUÇÃO
OU COMO A ECONOMIA NOS PODE AJUDAR
J.B.F.
A primeira transação económica francesa tomou lugar a 22 de Julho de 2009, no valor de Fr$ 50,000 transferidos do Tesouro para o Banco Estatal Francês, como preparação para o pagamento dos primeiros vencimentos da função pública. Desde esse dia até hoje, a economia francesa não conseguiu ainda sair do princípio e debate-se ainda como elemento útil de apoio à prática micronacional.
Estado Absoluto

Os números são claros, durantes estes 15 meses de atividade económica, quando indicam que o maior movimentador de dinheiro, sem qualquer sombra, é o Estado, com 98,5% de todos o dinheiro transferido, contra 1,4% dos cidadãos e 0,04% das empresas.
Ao contrário do que até possa parecer, estes números não são resultado de um qualquer fracasso económico, mas ilustrativos do maior dos problemas do monetarismo micronacional - o de não conseguir movimentar as vontades privadas dos cidadãos; vontades essas que pouco existem, com ou sem economia.
Fica então a França na zona da introdução do monetarismo, exercendo a sua ação na mais básica das atividades micronacionais - a gestão da micronação, aquela sem a qual não haverá micronacionalismo. Tudo o resto concorre para a evolução do conceito e só apenas lentamente começa a aparecer nas estatísticas.
Se observarmos o gráfico “Onde Está o Franco?”, que analisa onde está parado o dinheiro francês, percebemos primeiramente que 84,1 % de todo o tesouro francês está nos mesmos cofres reais de onde nunca saiu. Dos 15,9 % que conseguiram encontrar o seu caminho para fora dos cofres, pouco mais de metade estão no setor Estado, prestes a dar entrada na economia. Ficamos assim com Fr$ 76,107 nas mãos dos privados, poucos menos de metade de todo o dinheiro em circulação efetiva, e apenas 7,6 % de todo o dinheiro emitido.
Onde Gasta o Estado, então?

85% de todos os gastos do Estado estão em ordenados, destinados à função pública, que gere o dia-a-dia da micronação, enquanto o remanescente é fruto de apoios subsidiários.
Diagnóstico Reservado
Da mesma forma que a legislação e pensamento económico francês priveligia a economia como mais um elemento do micronacionalismo (e não um aditivo miracoloso), assim se pode verificar que a Economia nos pode ajudar a perceber o estado de uma micronação.
No caso da França, notamos, indubitavelmente, que os cidadãos estão mais presentes no elemento político do que no social. Relacionam-se mais com o Estado do que propriamente uns com os outros.
É apenas natural que muitas das novas empresas que têm surgido sejam direcionadas para a atividade micronacional política, mormente na confeção de brasões, medalhas, assinaturas e jornais.
A França, como muitas micronações, vê-se como política, como micronacional por si mesma, e só daí surgirá depois, talvez, a outra grande dimensão, a social. Talvez a França se deve preocupar com o social e o seu próprio mérito.
L’Observateur * Editor: Jorge de Bragança e Feitos
Alvará de Atividade Econômica n.º 12/2010, para circulação no Reino da França Micronacional.
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